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J. Madureira "Braz Burity"
Júlio Araujo
Armando da Silva Pais
António Balseiro Fragata
Augusto Sabbo
Júlio Costa "Julinho"
Raquelina Martins César
Joaquim Oliveira da Silva
Aquiles de Almeida
Manuel Teixeira Gomes
C. de Sá, Conde do Lavradio
M. Gualdino "do comboiozinho"
Belisário Pimenta
Artur Agostinho
António José da Loura
Felismina Madeira
Fialho de Almeida
Henriqueta Gomes de Araújo
Francisco da Costa Neves
Francisco Horta Raposo
José Joaquim "Oficial"
António José Piloto
São Pedro de Alcântara
Plínio Sérgio
Herculano Marinho
Augusto Gil
Francisco Casal

     
 

VINCULADOS I - GRUPO III

JORNALISTAS  ESCRITORES  ARTISTAS  FIGURAS POPULARES

 
 
             

António Balseiro Fragata
Augusto Sabbo
Júlio Costa "Julinho"
Raquelina Martins César
Joaquim Oliveira da Silva
Aquiles de Almeida
Manuel Teixeira Gomes
C. de Sá, Conde do Lavradio
M. Gualdino "do comboiozinho"
Belisário Pimenta
Artur Agostinho
António José da Loura

         

GRUPO III

             

GRUPO I

 

GRUPO II

 

GRUPO IV

 
 
     
 
 
 
     

Nótulas introdutórias

Já todos nos deixaram para sempre. Foram vultos vindos ao mundo no concelho do Barreiro, ou barreirenses adoptivos, ou descendentes de barreirenses, ou então cidadãos originários de outras terras que chegaram a residir no Barreiro. Ou daqueles que conheceram na vila (depois cidade) momentos muitos especiais, positivos ou negativos. De qualquer modo, esses barreirenses ficaram VINCULADOS AO BARREIRO. E desejamos contribuir para que fiquem ainda mais…
Iremos encetar este trabalho honrando alguns dos que, em especial, se destacaram na benemerência, na filantropia, no jornalismo, na poesia, na literatura, na música. Também gostaríamos de dar ênfase às chamadas figuras populares, ontem tão disseminadas, hoje bastante reduzidas. Projectamos também vir a lume com pequenas crónicas biográficas alusivas aos ligados aos espectáculos, ao desporto, ao associativismo, onde o Barreiro há boas décadas se patenteou como localidade sui generis no panorama nacional.
Nunca regateámos, nunca regatearemos o Barreiro, nossa terra natal, mas – confessamos – já não o sentimos acrisoladamente, desmesuradamente, como noutros tempos.
Porquê? Terá sido porque em 1965 nos ausentámos para a democrática Confederação Helvética, refazendo a vida? (Essa nossa “deserção” ocorreu precisamente dois dias antes da inauguração da estátua ao industrial Alfredo da Silva na avenida mais relevante do Barreiro). Fizemos a primária e brincámos na parte antiga da vila, que nos dias de hoje parece cair aos bocados. Sim, o Barreiro já não se encontra tão apegado ao coração deste escrevinhador. A despeito de algumas evoluções felizes transcorridas aqui à volta do estuário do Tejo…

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